01

O diagnóstico orienta o tratamento

Uma avaliação ortodôntica reúne história clínica, exame facial e bucal e, quando indicados, registros complementares. O objetivo é entender a queixa, as condições dos tecidos de suporte, a função e as possibilidades biológicas de movimentação.

A partir desse conjunto, são definidos objetivos realistas e uma sequência de cuidado compatível com as características de cada paciente.

02

Diferentes fases da vida

Em crianças e adolescentes, o planejamento considera crescimento, desenvolvimento das arcadas, trocas dentárias e o momento adequado para observar ou intervir. Em adultos, entram na análise a história odontológica, a saúde periodontal, restaurações, próteses e limites biológicos.

Em casos de discrepâncias esqueléticas com indicação cirúrgica, a Ortodontia pode integrar o preparo antes da cirurgia ortognática e o acabamento após o procedimento, em conjunto com o cirurgião bucomaxilofacial.

03

Função e estética no mesmo planejamento

Alinhar dentes é apenas uma parte do raciocínio ortodôntico. Relações oclusais, saúde periodontal, estabilidade, higienização e integração com restaurações ou próteses também podem influenciar o plano.

A estética é considerada em conjunto com esses fatores. O equilíbrio entre prioridades depende do diagnóstico e das expectativas discutidas em consulta.

04

Tratamento individualizado

Aparelhos fixos e alinhadores são meios de executar determinados movimentos. Nenhuma modalidade é a melhor para todos os casos. Indicação, mecânica, necessidade de colaboração e limites variam entre pessoas.

  • objetivos clínicos definidos antes da escolha do aparelho
  • acompanhamento periódico da resposta dos tecidos
  • ajustes de estratégia quando o caso exige
  • contenção e acompanhamento após a fase ativa

05

Quando procurar uma avaliação

Dentes apinhados ou espaçados, dificuldade de higienização relacionada à posição dentária, alterações de mordida ou o desejo de revisar um tratamento antigo são motivos comuns para conversar com um ortodontista. A avaliação não pressupõe que haverá indicação de tratamento.