01
Avaliação não significa início imediato de tratamento
Uma consulta durante a dentição mista pode identificar alterações de erupção, espaço, posição dentária ou relação entre as arcadas. Em muitos casos, a conduta adequada é acompanhar o crescimento e aguardar o momento mais favorável para uma intervenção.
A American Association of Orthodontists recomenda uma primeira avaliação até os 7 anos. Essa referência não significa que toda criança precise usar aparelho nessa idade.
02
O que é observado
A sequência de troca dos dentes, a disponibilidade de espaço, mordidas cruzadas, abertas ou profundas, projeção dos dentes anteriores, assimetrias e relações entre maxila e mandíbula podem fazer parte da avaliação.
Hábitos, respiração, mastigação, higiene e colaboração também são considerados, sem atribuir automaticamente uma única causa às alterações encontradas.
03
Crianças e adolescentes têm necessidades diferentes
Na infância, crescimento e dentição em transição podem abrir possibilidades específicas de acompanhamento ou intervenção. Na adolescência, a presença de mais dentes permanentes e a fase de crescimento ajudam a definir objetivos e mecânicas de tratamento.
O plano é individual. Tipo de aparelho, duração e momento de início dependem do diagnóstico e não podem ser definidos apenas pela idade.
04
Participação da família
Pais ou responsáveis participam das decisões, das orientações de higiene, do acompanhamento das consultas e do cuidado com os aparelhos. A comunicação é ajustada à idade do paciente para que ele também compreenda o tratamento.